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Cidade de Marabá/PA

 
 População em geral: 233.669
Distância da capital: 500 km
Área: 15.328,368 km2
Densidade Demográfica: 15,45 hab./km2
 
Histórico do município de Marabá (PA):
O povoamento da bacia do Itacaiúnas tem na formação do município um papelimportante, porque apesar dessa região ter sido explorada pelos portugueses ainda no século XVI, permaneceu sem ocupação definitiva durante quase 300 anos. Contudo desde tempos imemoriais a região tocantina do Pará foi habitada pelo grupo indígena Gavião do Oeste dopovo Timbira, pertencente ao tronco linguístico Macro-Jê. O grupo Gavião do Oeste recusou o contato com o colonizador por muito tempo, só o aceitando no início da segunda metade doséculo XX. Somente a partir de 1892 é que, de fato, o espaço foi ocupado por colonizadores.
Os primeiros a participarem da formação do povoado de Marabá em 1892 foramchefes políticos foragidos de guerrilhas que tinham como palco o norte de Goiás, maisprecisamente a cidade de Boa Vista. O pioneiro Carlos Gomes Leitão, acompanhado de seus familiares e auxiliares de trabalho, deslocou-se para o sudeste do Pará, estabelecendo seu primeiro acampamento em localidade situada em terras margeadas pela confluência dos rios Tocantins e Itacaiúnas. Fixando-se em definitivo, depois de um ano de observações, na margem esquerda do Tocantins, cerca de 10 km rio abaixo do outro acampamento, em local a que denominou Burgo.
Do ponto em que se instalara começou a abrir caminho mata adentro a procura decampos naturais que servissem para criação de bovinos. Em uma dessas incursões, um de seus trabalhadores desferiu um tiro casual em certa árvore ate então desconhecida, cujo tiro fê-la derramar em abundância um liquido leitoso, que, certo tempo após tocar o solo, coagulou-se espontaneamente. Em 1894, o imigrante goiano segue para a capital da província para ter reunião com o então presidente do Grão-Pará, José Paes de Carvalho, a quem solicitou colaboração, tendo em vista a necessidade de se colonizar o Sul da província, tendo sido contemplado com seis contos de reis em dinheiro e estoque de medicamentos que seriam particularmente empregados no combate à malária e outras doenças tropicais. Conseguido seu intento de ajuda e por terem os testes do leite vegetal endurecido comprovado que se tratara de legítima borracha de caucho, Leitão, de volta ao Burgo, difundiu a informação a todos da pequena colônia. No ano seguinte começavam a chegar às primeiras levas de pessoal para extração do caucho.
O maranhense e comerciante Francisco Coelho da Silva teria sido um dos primeiros a estabelecer-se no local, entre os rios Tocantins e Itacaiúnas. O objetivo era negociar com os extratores de Caucho, que passando pela foz do rio Itacaiúnas, subiam o rio Tocantins. Os registros atribuem a Francisco Coelho o nome da cidade. Ele teria instalado no local uma casa comercial cujo nome era uma homenagem ao poeta Gonçalves Dias.
Desse entreposto comercial, onde o "Itacaiúnas desaguando no Tocantins, apertando uma faixa de terra em forma de península", surgia a cidade de Marabá. Por isso em Homenagem ao seu fundador, o nome oficial do bairro mais antigo da cidade é Francisco Coelho. Criado em 27 de fevereiro de 1913 por reivindicação da comunidade marabaense, o município só foi instalado formalmente em cinco de abril do mesmo ano, data que passou a ser comemorada como seu aniversário e só recebeu o título de cidade em 27 de outubro de 1923, através da lei estadual nº 2207. O primeiro Intendente Municipal, cargo à época correspondente ao de prefeito, foi o Coronel Antonio da Rocha Maia, escolhido e nomeado na
data de cerimônia de instalação.
As frentes migratórias para a região de Marabá, a partir de meados da década de 20, destinavam-se especialmente, a extração e a comercialização de castanha-do-pará e, desde os fins dos anos 30, no garimpo de diamante nos pedrais do rio Tocantins. A cidade recebia imigrantes vindos de várias regiões do Brasil, principalmente da Bahia, Ceará, Piauí, Goiás, Paraíba, Maranhão, mas também imigrantes Palestinos e Libaneses, constituindo uma camada importante na sociedade local. Em 1929, a cidade já se encontra iluminada por uma usina à
lenha e em 17 de novembro de 1935 o primeiro avião pousa no aeroporto recém-inaugurado na cidade. Nesse período, a cidade era composta por 450 casas e 1500 habitantes fixos.
Com a abertura da PA-70 (atualmente um trecho da BR-222), em 1969, Marabá é ligada à Rodovia Belém-Brasília. A implantação de infraestrutura rodoviária fez parte da estratégia do governo federal de integrar a região ao resto do país. Além disso, o plano de colonização agrícola oficial, a instalação de canteiros de obras, especialmente a construção da Hidroelétrica de Tucuruí, a implantação do projeto Grande Carajás e a descoberta da mina de ouro da Serra Pelada, aceleraram e dinamizaram as migrações para Marabá nas décadas de 1970 e 1980.
Em 1970, o município foi declarado Área de Segurança Nacional (Decreto-lei nº 1.131, de 30 de outubro de 1970), condição que perdurou até o fim dos governos militares em 1985.
Aliado ao fato de a região ser estratégica para a política de integração, ela foi o ambiente da Guerrilha do Araguaia, resultando numa presença ostensiva das tropas do Exército Brasileiro, tornando a cidade uma das bases de operações das tropas federais. Também em 1970 foi criado o PIN (Programa de Integração Nacional) que, dentre outras medidas, previa a construção da rodovia Transamazônica, cujo primeiro trecho foi inaugurado em 1971, juntamente com a criação de um posto do INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) em Marabá.
Em 1980 a cidade é assolada pela maior enchente da sua história, o Rio Tocantins sobe 17,42 metros. Em consequência disto há uma reformulação no planejamento, sobre crescimento e expansão urbana da cidade. Em 1984, entra em funcionamento a Estrada de Ferro Carajás, e em 1988 dá início aos preparativos para a instalação de indústrias siderúrgicas, para produção de ferro-gusa, negócio que veio trazer grandes benefícios econômicos para o município.
Em 5 de abril de 1990 é promulgada a Lei Orgânica do município de Marabá. A população do município aumentou significativamente durante a década de 1990, e em meados de 1998 o número de habitantes fixos alcançava 157.884, no ano seguinte, a cidade, se firma como a sede de grandes eventos de repercussão nacional.
Em consequência de diversas reformas no campo econômico e social o município, durante os anos de 1998 até 2010, recebeu uma grande massa de investimentos, que culminou no fato da cidade ter se tornado um pólo industrial metal-mecânico. A população atual está em torno de 233.462 habitantes, segundo as estimativas oficiais, e o crescimento desses números é inevitável, já que a cidade está em processo de desenvolvimento acelerado e recebe muitas pessoas vindas de outras localidades.
Características Gerais
 
Ocupando uma área de 15.092,268km², Marabá conta atualmente com 233.462 habitantes, é a nona cidade mais populosa da Amazônia. A sede municipal apresenta as seguintes coordenadas geográficas: 05º 21' 54" Latitude Sul e 04º 07' 24" Longitude WGr.
Localizada no sudeste do Pará, na microrregião de Marabá, limita-se com os municípios de: Itupiranga, Jacundá e Rondon do Pará (ao norte); São Geraldo do Araguaia, Curionópolis, Parauapebas e São Félix do Xingu (ao sul); Bom Jesus do Tocantins e São João do Araguaia (aoleste); e Senador José Porfírio (ao oeste).
Além das bacias relativas a estes rios, o município está inserido nas bacias dos rios Aquiri, Tapirape, Cinzento, Preto, Parauapebas e Vermelho. Destas, estão incluídas totalmente na área do município as bacias dos rios Tapirapé, Cinzento e Preto. Destaca-se a bacia do Itacaiúnas por banhar todo o município, em cuja foz encontra-se a sede municipal de Marabá e cobre a maior área, isto é, 5.383,4 km².
· Rio Tocantins – é um rio brasileiro que nasce no estado de Goiás, passando logo após pelos estados do Tocantins, Maranhão e Pará, até chegar à foz do Rio Amazonas, aonde este desemboca as suas águas.
· Rio Itacaiunas - Rio que nasce na Serra da Seringa no município de Água Azul do Norte, Estado do Pará, e é formado pela junção de dois rios, o da Água Preta e o Azul. Desemboca na margem esquerda do Rio Tocantins, próximos a cidade de Marabá.
Existem ainda outros rios importantes que atravessam o território do município que são afluentes do Rio Itacaiúnas, como os rios: Preto, Parauapebas, Vermelho, Aquiri, da Onça, Sororó, Tapirapé, entre outros.
A explosão demográfica na cidade de Marabá teve como consequência a periferização e a ocupação irregular de áreas de várzea. Os rios em períodos de cheia alagam partes da cidade, e deixam desabrigadas inúmeras pessoas. O município de Marabá tem uma área de 15.092,268 km². Sua expansão urbana e rural se define pelos grandes acidentes geográficos presentes em todo o território do município. A área urbana do município corresponde somente por cerca de  6,9% da área total do mesmo ou 1.041,365 km². Estima-se que neste município residam em torno de 233.462 habitantes, divididos em 118.148 homens e 115.314 mulheres, de acordo com pesquisas do IBGE em 2010, porém o Ministério da Saúde aumenta esse número em 5% quando são repassados recursos do Sistema Único de Saúde para a cidade, elevando-o para 245.135 moradores. Uma população bastante miscigenada, praticamente todos os estados brasileiros estão representados em Marabá, com maior volume de nordestinos, mas goianos, paulistas e mineiros também vieram tentar a sorte e acabaram fixando moradia no município. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Marabá possuía 111.481 eleitores em 2006. Marabá teve considerável crescimento populacional a partir de 1970, como pode verificar no gráfico abaixo.
O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de Marabá é considerado médio pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), sendo seu valor de 0,714. Considerando apenas a educação o valor do índice é de 0,826, enquanto o do Brasil é 0,849, o índice da longevidade é de 0,668 (o brasileiro é 0,638) e o de renda é de 0,647 (o do Brasil é 0,723). Marabá possui a maioria dos indicadores abaixo da média segundo o PNUD. A renda per capita é de 15.857,00 reais, a taxa de alfabetização é 93,93% e a expectativa de vida é de 70,13 anos. O coeficiente de Gini, que mede a desigualdade social, é de 0,41, sendo que 1,00 é o pior número e 0,00 é o melhor. A incidência da pobreza, medida pelo IBGE, é de 42,73% e a incidência da pobreza subjetiva é de 46,50%. A população marabaense é composta de 35,1% de brancos, 61,4% de pardos, 6,5% de pretos e 2% de pessoas de outras etnias.
.O município de Marabá faz parte da Mesorregião do Sudeste Paraense e da Microrregião de Marabá. A microrregião de Marabá tinha uma população estimada em 2006 pelo IBGE em 259.514 habitantes e está dividida em cinco municípios, que além de Marabá tem: Brejo Grande do Araguaia, Palestina do Pará, São João do Araguaia, e São Domingos do Araguaia.
O município de Marabá vivenciou vários ciclos econômicos. Até o início da década de 1980 a economia era baseada no extrativismo vegetal. No início o extrativismo girava em torno do látex do caucho, cuja lucrativa exploração atraiu grande número de nordestinos. Desde o fim do século XIX (1892) até o final da década de 1940, o extrativismo foi marcado pelo ciclo da borracha que contribuiu sobremaneira para a economia do Município e da região, porém, a crise da borracha levou o município a um novo ciclo, desta vez, o ciclo da castanha-do-pará, que liderou por anos a economia municipal. Houve também o ciclo dos diamantes, nas décadas de 1920 e 1940, que eram principalmente encontrados às margens do rio Tocantins. Com o despontamento da Serra Pelada e por situar-se na maior província mineral do mundo, Marabá também viveu o ciclo dos garimpos, que teve como destaque maior, a extração do ouro.
Desde o início da década de 1970 o município passou a vivenciar a instalação do Projeto Grande Carajás, e posteriormente de indústrias siderúrgicas, que dinamizaram bastante a economia local. Hoje, Marabá é o centro econômico e administrativo de uma vasta região da "fronteira agrícola amazônica", a cidade tem um dos crescimentos econômicos mais expressivos do país.
A pecuária com base na criação de gado bovino, é uma atividade de grande importância para o município, além de assegurar uma das formas de subsistência da população, proporciona o desenvolvimento regional e local, pela criação em grande escala, sendo comercializado nas diversas regiões brasileiras, e também no exterior. O rebanho local é destaque pela sua qualidade superior, sendo um dos mais expressivos rebanhos bovinos do Estado, resultado advindo do uso de tecnologia de ponta na seleção e fertilização. Possui Também rebanhos de suínos, equinos, ovinos e aves.
O setor pesqueiro também tem um papel fundamental na base econômica local, exportando seu excedente para todo o norte e nordeste. A agricultura é bastante diversificada, tendo produção de cereais, leguminosas e oleaginosas, como o milho, arroz e feijão, de frutas, como a banana e o açaí, e extração de madeira.
Setor secundário:
 
Através da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Pará – CDI, foi instalado no final da década de oitenta, numa área de 1.300 hectares, o Distrito Industrial de Marabá – DIM, para criar a base de um pólo siderúrgico visando o minério de ferro de Carajás, explorado pela Vale S.A.
As indústrias Siderúrgicas e a intensa atividade pecuária foram responsáveis por uma grande devastação ambiental na região. A atividade industrial das siderúrgicas exige grande quantidade de carvão, que leva a uma grande devastação da floresta nativa. Em consequência da pressão da opinião pública as indústrias foram obrigadas a modificar seu modelo de produção, investindo em reflorestamento e produção de carvão através do coco da palmeira babaçu.
Além, de contar com mais de 200 indústrias, sendo a siderurgia (ferro-gusa) a mais importante, havendo também a indústria madeireira, a indústria moveleira e a fabricação de telhas e tijolos. A economia industrial do município também conta com a mineração de manganês na Serra da Buritirama, e com a agroindústria. Em Marabá, a agroindústria trabalha com processamento de polpas, farinha de mandioca, beneficiamento de arroz, leite e palmito.
A instalação de aciarias veio dinamizar ainda mais a economia local, formando um pólo metal-mecânico, com vistas a verticalizar a produção mineral local. Há ainda projetos que virão durante e após a instalação das aciarias, dentre eles estão: O gasoduto Açailândia-Marabá e a construção do novo Porto da cidade.
Setor terciário:
 
O setor de comércio e serviços também tem sua parcela de contribuição. Marabá conta com aproximadamente cinco mil estabelecimentos divididos entre comércio formado por micros, pequenas, médias e grandes empresas e serviços Hospitalares, Financeiros, Educacionais, de Construção Civil e de Serviços Públicos.
É um setor muito forte e que vem apresentando altos índices de crescimento. Isto devido à estratégia do governo do estado, de descentralizar os serviços da capital, portanto a cidade vem cada vez mais ganhando representatividade ao sediar inúmeras instituições públicas. O comércio é destaque, pois a cidade é um grande entreposto comercial regional do sul e sudeste do Pará.
A receita orçamentária total do município é equivalente á R$ 293.226.123,00, o índice de consumo do município, que é o indicador que atribui a cada município a sua participação percentual no potencial total de consumo do país, é de US$ 19.719,10. Ainda segundo o IBGE o número de unidades locais no município era de 2.852 empresas IBGE/2009 e número total de trabalhadores era de 34.609.
Marabá conta com uma grande infraestrutura urbana. O serviço de água e esgoto de Marabá é feito pela Cosanpa - Saneamento do Pará. A água consumida pelos habitantes de Marabá é proveniente dos rios Tocantins e Itacaiunas, que passa por tratamento nas estações de tratamento de água do município.
A energia elétrica é fornecida pela empresa Celpa, que possui quatro subestações, uma no bairro Folha 9, uma no bairro Jardim Vitória, uma no bairro Morada Nova e outra no Distrito Industrial. A subestação Morada Nova, em Marabá, é o centro distribuidor da rede Norte-Sul do sistema Eletrobrás, que fornece energia ao Sudeste do Brasil.
Marabá conta com 18 agências bancárias, com operações de crédito na casa dos R$ 288.112,00 mil, e a poupança com R$ 109.804,00 mil, além de dois centros de distribuição dos correios.
No que tange a educação profissional e superior, o município conta com duas universidades públicas, a Universidade Federal do Pará e a Universidade do Estado do Pará, e com o Instituto Federal do Pará, e ainda com mais cinco faculdades privadas. Há inda vários centros de formação técnica como a Obra Kolping do Brasil, a escola agrotécnica municipal e o SENAI. A cidade em breve irá contar com a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, ela será um desmembramento da Ufpa e a sede da nova universidade ficará em Marabá.
Saúde:
Segundo dados do IBGE/2005, Marabá possui 58 estabelecimentos de saúde, sendo 30 deles públicos, entre hospitais, prontos socorros, postos de saúde e serviços odontológicos. A cidade possui 198 leitos para internação em estabelecimentos de saúde, sendo 123 públicos e 75 privados. Há também o Centro de Referência á Saúde da Mulher (CRISMU) e o Hospital da Guarnição de Marabá (HGuMba), subordinada á 23ª Bda Inf Sl, sendo um dos melhores hospitais da região.
Contudo os dados não refletem a qualidade da saúde no município. O Hospital Municipal de Marabá (HMM) é o responsável pelo atendimento ao público de Marabá e de toda a região, mas suas condições estruturais não permitem um ótimo atendimento devido à intensa demanda. Em 2007 foi inaugurado o Hospital Regional do Sudeste do Pará, com a intenção de desafogar o Hospital Municipal, entretanto, a demanda já havia crescido e o hospital não mais atendia o exigido.
Marabá possui muitos meios de comunicação destacando-se os jornais. Os mais tradicionais são o Correio do Tocantins, criado em janeiro de 1983, pelo jornalista Mascarenhas Carvalho da Luz e o Jornal Opinião Marabá, criado em 1995 pelo jornalista João Salame Neto e o publicitário Cláudio Feitosa Felipeto. Há também os Jornais, Diário de Carajás pertencente ao Grupo RBA de Comunicação e o Jornal Livre. Muitos jornais de Marabá circulam também em Belém e no Sudeste do Pará. Circulam no município também os jornais O Liberal, Diário do Pará, Jornal Amazônia, entre outros. Há quatro rádios na cidade: Liberal FM, Diário FM, Rádio Clube AM e Rádio Itacaiunas AM.
Em Marabá há serviços de internet discada e banda larga (ADSL e via rádio) sendo oferecido por vários provedores. A telefonia fixa é feita por operadoras como Embratel, TIM, Telefônica e Oi. As operadoras Vivo, TIM, Claro e Oi oferecem serviço telefônico móvel com portabilidade. O DDD de Marabá é 94 e o CEP de toda a cidade é 68500-000.
Transportes
 
Marabá tem uma boa malha rodoferroviária que a liga a várias cidades do interior paraense e até a capital. Marabá é servida pelo Aeroporto João Correa da Rocha (IATA: MAB - ICAO: SBMA), que fica em Marabá, sendo um dos mais movimentados do Norte.
Transporte aeroviário:
 
Marabá conta com um aeroporto comercial em seu território, o Aeroporto João Correa da Rocha, a 6 km do centro da cidade, no Núcleo Cidade Nova, atendendo a toda região com vôos diários para Belém, Brasília e outros destinos. Além do Aeroporto João Correa, localiza-se a cerca de 320 km da cidade o Aeroporto de Carajás, localizado no município de Parauapebas, sudeste do Pará.
Rodovias e Vias públicas:
 
O principal acesso a outras cidades é a BR-230, ou Rodovia Transamazônica, que a liga todo o Brasil, e também à rodovia estadual PA-150 (Rodovia Paulo Fonteles). Outro acesso de Marabá é feito pela rodovia BR-222, que liga a cidade a Região Nordeste do Brasil. A Avenida VP-8 interliga as rodovias da cidade e as regiões centrais á periferia. Assim como outras vias importantes como a Avenida Antônio Vilhena, a Avenida Nagib Mutran e a Avenida Antônio Maia que é a principal avenida do centro da cidade.
Transporte coletivo:
 
Marabá possui cerca de 20 linhas de ônibus circulares que levam a praticamente todos os bairros da cidade. O valor da tarifa do ônibus circular é R$ 2,00. Os principais problemas no transporte coletivo de Marabá são crônicos, a demora dos ônibus, a lotação e o sucateamento da frota, resultam em um grande número de usuários e o pequeno número de veículos circulantes na cidade.
Transporte ferroviário:
 
Marabá é atravessada pela Estrada de Ferro Carajás, que liga a Serra dos Carajás ao Porto de Itaqui no Maranhão sendo utilizada para o transporte de passageiros e minérios (principalmente o minério de ferro), a Estação Ferroviária de Marabá fica próxima á Rodovia Paulo Fonteles. Essa Ferrovia atualmente está concedida á Vale, e está em fase de duplicação. O transporte de passageiros liga as cidades de Parauapebas a São Luís, sendo de grande importância para a cidade por se tratar de um transporte seguro e mais barato que a opção rodoviária.
Uma das principais fontes de renda da cidade é o turismo. O município possui várias atrações turísticas, com destaque á seus grandes rios que além das praias oferecem a pesca esportiva e a prática de esportes aquáticos.
· Praia do Tucunaré: Uma das melhores opções de lazer da cidade é um dos pontos turísticos mais visitados. Emergente da vazante do rio Tocantins, logo após o período das chuvas a praia ocupa uma extensão de aproximadamente 5 km², sendo que três quartos são de areia fina e um quarto de formação vegetal. Situada em frente ao núcleo da Marabá Pioneira, as areias da ilha começam a ser avistadas em meados de abril, mas é na alta estação, em julho, que a procura é maior, tornando-a a atração principal.
· Parque Zoobotânico de Marabá: É uma grande área verde preservada que fica próxima a zona urbana da cidade. Ainda pouco visitado e conhecido, tem uma grande diversidade de fauna e flora.
· Praia do Geladinho: Localizada no bairro São Félix, surge também com a queda do nível das águas do rio Tocantins. Sua localização contrasta com a visão da Ponte Mista de Marabá, que escoa o minério extraído da Serra dos Carajás.
· Igreja de São Félix de Valois: Foi a primeira capela construída em Marabá, como pagamento de uma promessa feita por Francisco Acácio a Nossa Senhora de Nazaré, na década de 20. A primeira construção foi destruída pela cheia de 1926 e outra igreja foi erguida no mesmo local. É o primeiro patrimônio histórico do município, tombado a 5 de abril de 1993.
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· Palacete Augusto Dias: Antiga sede do Poder Legislativo foi construída na década de 30 para servir à Prefeitura, à Câmara Municipal e ao Fórum. Será transformado em um museu.
· Museu Municipal de Marabá: O Museu Municipal está instalado na Fundação Casa da Cultura de Marabá e abrange os seguintes setores: Setor de Antropologia, Setor de Botânica, Setor de Geologia, Setor de Arqueologia e Setor de Zoologia. Além de sediar escola de Música, o arquivo público municipal, o Museu faz diversos estudos sobre a região do Sudeste do Pará, resgatando e preservando a história local. O Museu tem o apoio e orientação do Museu Paraense Emílio Goeldi, em relação ao treinamento dos técnicos e identificação do material, através de convênio. O Museu Municipal de Marabá é uma das instituições mais respeitadas do Brasil no âmbito da pesquisa, resgate e preservação ambiental e histórica.
 
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